terça-feira, 29 de outubro de 2013

Cobertura RWS - Mais Médicos - Ministra Maria do Rosario fala sobre saúde e direitos humanos



Em entrevista concedida à Rádio Web Saúde UFRGS, a Ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, fala sobre o acesso à saúde como um direito humano, sobre educação em saúde e sobre o programa do governo Federal "Mais Médicos".

domingo, 13 de outubro de 2013

Seminário Internacional Rotas Críticas V


No dia 16 de outubro, na cidade de Porto Alegre, inicia o Seminário Internacional Rotas Críticas V, que neste ano tratará o tema dos femicídios. Femicídios  são assassinatos de mulheres devido à condição de gênero, como os que ocorrem quando maridos, ex-maridos ou namorados matam as mulheres; quando há violência sexual seguida de morte da mulher e ainda quando uma mulher tenta proteger outra e é morta pelo agressor.

O evento, que contará com a cobertura da equipe da Rádio Web Saúde UFRGS, se estende de 16 a 18 de outubro e tem a participação de estudiosos do Brasil, da Costa Rica e do Haiti.

Serão abordados tópicos relativos à intervenção de serviços e redes na questão do femicídio, à abordagem da segurança pública, do setor jurídico e os dados dos femicídios no Brasil e na América Central.


Data: 16 de outubro (das 08h30min às 12h e das 14h às 17h)

          17 de outubro (das 08h30min às 11h e das 13h30 às 18h30min)

          18 de outubro (das 09h às 12h)

Local: Ministério Público na  rua Jerônimo Coelho, em frente á praça da Matriz.

sábado, 5 de outubro de 2013

Saúde da População Negra: um recorte necessário na busca da equidade e do acesso humanizado aos serviços de saúde

Relato do colega Ivan sobre a participação no I Encontro Estadual sobre a Política de Saúde da População Negra no Rio Grande do Sul.

            Ao iniciar o sétimo semestre do curso de Bacharelado em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande Sul – UFRGS, tenho acesso a diversos textos, artigos e teorizações científicas incluindo a própria Constituição Federal de 1988, que trata a saúde como direito universal, independente de raça, cor, religião, sexo, local de moradia, a ser promovido pelo Sistema Único de Saúde – SUS, pois todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (BRASIL, 1988). Nesse sentido, a Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990, conhecida como a Lei do SUS vem para regular as ações e serviços de saúde  buscando formulações de políticas econômicas e sociais no estabelecimento de condições que assegurem o acesso universal e igualitário à saúde como direito fundamental do ser humano, garantindo a sua promoção, proteção e recuperação.
Então por que uma política de saúde da população negra?
É preciso ter a compreensão do processo de saúde/doença, na dimensão social, cultural, econômica, racial e étnica. A partir disso iremos entender o Princípio da Equidade, pois os determinantes e condicionantes de atenção à saúde perpassam as condições de pobreza e se enviesa no quesito raça/cor como fator de preconceito racial ou de cor que geram exclusão e discriminação nos serviços de saúde. Na 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, o Movimento Social Negro juntamente com o Movimento da Reforma Sanitária, teve ativa participação no processo de elaboração e aprovação das propostas que viriam integrar posteriormente a Carta Constitucional de 1988. Nesse período, o movimento de mulheres negras exerceu um importante papel na luta pelas questões específicas à saúde da mulher negra, em especial àquelas relacionadas à saúde sexual e reprodutiva. De lá para cá, o governo federal passou a dedicar atenção às reivindicações à saúde da população negra, fruto de uma forte participação do Movimento Social Negro na 11ª e 12ª Conferências Nacionais de Saúde em 2000 e 2003 respectivamente, onde foram aprovadas propostas para estabelecimento de padrões de equidade étnico-racial e de gênero na política de saúde do Brasil.
A criação da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), através da Lei nº 10.678 de 2003 tendo como atribuição institucional promover a igualdade e a proteção dos direitos de indivíduos e grupos raciais e étnicos, através do acompanhamento e da coordenação das políticas de diversos ministérios, inclusive o da Saúde, representou uma conquista emblemática do Movimento Social Negro (BRASIL, 2003a). Em 2004, o Ministério da Saúde instituiu o Comitê Técnico de Saúde da População Negra-CTSPN, por meio da Portaria nº 1.678 para subsidiar a promoção da equidade e da igualdade no âmbito do SUS (BRASIL, 2004b). O comitê coordenado pela Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa SGEP e composto por representantes de diversas áreas técnicas do MS, da Seppir, pesquisadores e ativistas da luta antirracista tem seu funcionamento regulado pela Portaria nº 2.632/2004 (BRASIL, 2004c), resultando desse conjunto de esforços a instituição da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra conforme Portaria GM Nº 992 de 13 de maio de 2009. Essa Política tem como Princípios Gerais reafirmar os princípios constitucionais e os princípios do SUS, em especial o princípio da Equidade a partir do reconhecimento das desigualdades e da ação estratégica de políticas para superá-las; entendendo-se como ações e serviços específicos em razão de situações de risco e condições de vida e saúde de determinados grupos ou indivíduos da população. O Censo Demográfico de 2000 revelou que 54% dos brasileiros se definem como brancos,  45% como negros (considerados pretos e pardos) e 0,4% como indígenas e amarelos. Os dados do Censo contribuem para dar maior visibilidade às iniquidades que atingem a população negra.

Recentemente, em agosto de 2013 tive a oportunidade de participar do I Encontro Estadual sobre a Política de Saúde da População Negra no RS e no início de setembro participando de um curso de extensão em saúde da população negra, fruto da relação de meu campo de estágio, o Serviço de Auditoria do SUS- SEAUD/RS componente federal do DENASUS integrante da SGEP/MS pude apreender e perceber que ainda não tinha na Academia uma visão sistêmica sobre a saúde da população negra que transcende a condição do ser humano pois a saúde da população negra está relacionada, muitas vezes, além da sua condição de baixo padrão socioeconômico, as ações de racismo, preconceito e discriminação que em muitos casos impedem o acesso aos serviços de saúde para um tratamento adequado.

Algumas doenças, levando em conta fatores genéticos, são apresentadas de forma mais grave e prevalente na população negra, como por exemplo: a Doença Falciforme, Hipertensão Arterial, Eclâmpsia, Câncer de Colo de Útero e a Diabetes Mellitus. O risco de contaminação por AIDS, Sífilis e Tuberculose apresentados pela população negra é o dobro em comparação a população branca; a mortalidade materna e a mortalidade de jovens por causas externas (homicídios) também é maior na população negra. Por isso a informação do quesito raça/cor e seu preenchimento correto nos formulários, possibilita identificar as necessidades reais de saúde da população para o planejamento e organizações de ações e serviços de saúde. Essas doenças e agravos precisam ter uma abordagem específica e uma compreensão dos profissionais de saúde e de si próprio, para que se possa promover a equidade em saúde no País.             
DECLARE SEU AMOR À SUA MÃE, AVÓ, AVÔ, PAI, ANCESTRALIDADE.
DECLARE SUA RAÇA / COR!

Referências: 
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 05 out. 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm  acessado em 04/10/2013

______. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Diário Oficial da União,
Poder Executivo, Brasília, DF, 20 set. 1990a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm acesso em 03/10/2013

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.632 de 15 de dezembro de 2004. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 dez. 2004c. Disponível em: <http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/Gm/

Livro Olhares sobre a equidade em Saúde: Elementos a cerca da Implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra em Porto Alegre. ISBN 9788565573-01-6

Escrito por Ivan Gonçalves Ricalde, editado por Rossana Mativi.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Exposição Fotográfica no Museu da UFRGS

A Rádio Web Saúde UFRGS recomenda a todos a visita à exposição fotográfica Abordagem interdisciplinar: paisagens, pessoas e vidas rurais – região sudeste rio-grandense no Museu da UFRGS. Trabalho realizado pelo Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Meio Ambiente e Desenvolvimento (GRIMAD) e do Grupo de Estudos em Saúde Coletiva (GESC). 

A mostra fotográfica está exposta no Mezanino do Museu da UFRGS na Avenida Osvaldo Aranha, 277 – Porto Alegre – RS. A visitação é do dia 16 de setembro a 19 de outubro de 2013, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h (último sábado de cada mês: das 9h às 13h). A entrada é franca! Vale à pena conferir!


Relato da aluna de Doutorado em Enfermagem, da UFRGS, participante da Exposição - Andréia Burile.
“No primeiro momento, quero agradecer a oportunidade de falar um pouco mais de nossa exposição fotográfica “Abordagem interdisciplinar: paisagens, pessoas e vidas rurais – região sudeste rio-grandense”. A Mostra tem como objetivo ilustrar paisagens, pessoas e vidas rurais da região sudeste rio-grandense e procura por meio das imagens problematizar o rural não apenas como espaço agrário, mas como um cenário constituído por paisagens e pessoas que conformam esse espaço e são por ele constituídas.

As imagens foram capturadas pelos pesquisadores do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Meio Ambiente e Desenvolvimento (GRIMAD) e do Grupo de Estudos em Saúde Coletiva (GESC) durante as pesquisas realizadas no âmbito do Programa Interdisciplinar de Pesquisa (PROINTER) do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural (PGDR/UFRGS) na metade sul de nosso estado.

A minha trajetória no grupo iniciou em 2010 quando ingressei no mestrado, na Escola de Enfermagem da UFRGS. Como projeto de pesquisa fui estudar homens em situação de adoecimento crônico, residentes no espaço rural, e para isso me desloquei até a comunidade Rincão dos Maia, em Canguçu, RS. A comunidade já tinha subsidiado outros estudos do GESC e ofertou um cenário importante para localizar homens a partir de suas referências de adoecimento, pois eu não queria buscá-los pelos serviços de saúde, uma vez que isso se constituiria um viés para meu estudo.

Por ter família no interior do estado e familiares que trabalham no meio rural, este espaço sempre me despertou interesse em função da pouca visibilidade dada, seja nas políticas públicas, meios acadêmicos ou até mesmo na mídia. Acredito que os modos de vida no espaço rural são singulares e precisam ser considerados e compartilhados. Esses dias, eu conversava com uma amiga que é professora, e ela espantada contava-me que muitos de seus alunos não conheciam uma propriedade rural. Penso que é essencial, no mundo em que vivemos ofertar oportunidades de ver outros modos de vida, para assim fomentar a prática da alteridade com o Outro.

Quando capturamos as imagens não tínhamos a pretensão de montar uma exposição fotográfica. Essa idéia só surgiu quando organizamos a Primeira Jornada de Estudos Rurais e Saúde, em julho 2012, para compilar e divulgar nossos trabalhos para a comunidade em geral. Nesta data, o professor Roberto Verdum, vinculado ao Instituto de Geociências, Departamento de Geografia da UFRGS, integrante também do PROINTER lançou a idéia e a partir daí começamos nos organizar para concretizar a exposição. Nosso grupo trabalha fortemente com a idéia de que ao produzirmos ciência estamos assumindo um compromisso não apenas com nossos pares na Universidade, mas também, e principalmente, com a sociedade. Em nossas pesquisas, temos ofertado devolutivas aos participantes de nossos estudos, além disso, organizamos atividades de extensão subsidiadas por estes trabalhos.

Com relação as minhas fotografias... Tudo começou quando, ao realizar as visitas aos participantes de minha pesquisa, eles me mostravam fotos deles e de outras pessoas que já tinham desenvolvido alguma ação na comunidade. Ali, vi a oportunidade de ter memórias do tempo em que estive no Rincão dos Maia e ao mesmo tempo ofertar uma lembrança dos encontros. Em cada visita e pelos caminhos que me levavam aos entrevistados fui fotografando tudo que me despertava atenção. Uma das fotos que mais gosto é a foto da divulgação em que capturei dois netos de um entrevistado de minha pesquisa brincando com os cabritinhos no quintal- pensei como a infância no rural é diferente da urbana. Não raras vezes me deparo com crianças da idade deles fixadas em seus celulares e tablets. Lá, eles correm, brincam, inventam brinquedos e brincadeiras... tudo é mais livre. Claro, é preciso pontuar que nas grandes cidades o fenômeno da violência limita os espaços que as crianças podem circular.


Para não me estender demais, quero convidar todos e todas à conhecerem nossa exposição fotográfica no museu da UFRGS. As imagens serão expostas até o dia 19 de outubro e a entrada é franca! Vale à pena conferir! Abraços,

Organizadores: Roberto Verdum, Tatiana Engel Gerhardt, Marta Julia Marques Lopes, Vilma Constância Fiovarante dos Santos, Eliziane Ruiz, Joannie Fachinelli, Andreia Burille, Cristiane Tonezer, Francis dos Santos, Ana Carrion, Joana Cicconeto, Deise Lisboa Riquinho e Potiguara de Oliveira Paz”.


Escrito por Rossana Mativi.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Apresentação do Projeto da Rádio Web Saúde

Hoje a equipe da Rádio Web Saúde UFRGS apresentou-se para os colegas da Saúde Coletiva no Fórum dos Estudantes. Fernanda e Rossana apresentaram o Prezi (http://prezi.com/bzoaazidzcf1/radioweb-saude-ufrgs/) que o Mateus, aluno da UFMG que esteve na UFRGS em mobilidade acadêmica, gentilmente bolou para as apresentações do projeto. A apresentação contou, também, com o relato do ex-integrante da RWS, o Ivan que falou de quando o projeto iniciou, da sua experiência, do seu crescimento e de alguns dos eventos que a RWS cobriu com a sua participação.

Por problemas de ordem técnica, não foi possível a participação ao vivo, via Livestream, das colegas Juliana e Mariana juntamente com o professor Alcindo direto de Manaus-AM onde está ocorrendo a cobertura do Encontro da Rede Unida - Norte pela Rádio Web Saúde UFRGS. 

Os alunos da Saúde Coletiva foram convidados a participar do projeto, a compartilhar suas experiências, seus aprendizados, suas participações em eventos que digam respeito à Saúde Coletiva e com isso exercer a comunicação, a teoria na prática e o protagonismo de futuros Sanitaristas.

A equipe da RWS apresentou as mídias que dispõe para transmitir a informação, relação abaixo, e colocou-se à disposição dos alunos para quaisquer esclarecimentos.


A apresentação rendeu algumas adesões dos colegas e passou a impressão de que o projeto deve apresentar-se no início de cada semestre, #ficaadica!

Escrito por Rossana Mativi.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Acordo de cooperação entre a UFRGS e a Universidade de Bologna promove disciplina de Saúde Global

     De 27 de agosto à 5 de setembro foi ministrada, na sede da Rede Governo Colaborativo em Saúde, a disciplina “Saúde global, globalização e efeitos nos serviços de saúde: Brasil e Itália”. A realização da disciplina, oferecida aos alunos do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRGS e aos alunos do Mestrado Profissional em Saúde da Família da UFMS, foi possível devido à parceria com o Centro Studi e Ricerche in Salute Internazionale e Interculturale da Universidade de Bologna (C.S.I. Unibo), firmada através do acordo de cooperação entre a UFRGS e a UNIBO.

           Turma da disciplina Saúde global, globalização e efeitos nos serviços de saúde: Brasil e Itália com os professores Ardigò Martino e Brigida Marta, da Unibo

     Nas duas semanas de aula, foram tratados temas como o questionamento da abordagem biomédica através de sua eficácia comparada à de outras abordagens, a migração e a necessidade de novos entendimentos de saúde que esse fenômeno provoca e o papel do profissional de saúde nesse novo quadro, a relação entre os processos locais e globais e a necessidade da construção de coletivos transnacionais pelos profissionais de saúde, além de temas sobre a antropologia e cultura, a etnografia no trabalho da saúde mental e os sistemas de saúde italiano e catalão. As aulas foram ministradas pelos professores Anna Castellucci, Ardigò Martino, Augusta Nicoli e Brigida Marta, da UNIBO, Massimiliano Minelli e Michelangelo Giampaoli, da Universidade de Perugia, Leticia Medeiros Ferreira, do Centro de Saúde Mental Nou Barris Nord – Barcelona, e Angel Martínez Hernáez, da Universitat Rovira i Virgili.
Leticia Medeiros Ferreira, do Centro de Saúde Mental Nou Barris Nord - Barcelona

     A disciplina de Saúde Global faz parte das atividades do acordo de cooperação entre a UFRGS e a UNIBO, juntamente com outras ações, como as pesquisas avaliativas do PMAQ e o VER-SUS, que já contam com o apoio e a participação de profissionais e estudantes italianos. 

     “As redes científicas que se articulam aqui e lá têm diferentes origens e diferentes práticas de pesquisa, produção de conhecimentos e inserção nos sistemas de saúde e outras políticas públicas”, argumenta o professor Alcindo Ferla, coordenador da Rede Governo Colaborativo em Saúde. Para Alcindo, esse intercâmbio é bastante promissor: “Ganhamos todos com a troca e o intercâmbio, já que nos aproxima um compromisso ético de produzir conhecimento voltado à transformação das condições em que vivem as pessoas e as coletividades”.
Dinâmica com as professoras Anna Castellucci e Augusta Nicoli, da Unibo
 
     Aluna do Mestrado Profissional em Saúde da Família da UFMS, Patrícia Marques Magalhães, que veio a Porto Alegre com seus colegas Flávia Brito e Eduardo Henrique Santim para as aulas da disciplina de Saúde Global achou muito importante a troca de experiências entre as diferentes realidades oportunizadas pela disciplina: “mostra que ainda temos muito o que aprender, mas que também temos excelentes vivências, que estamos no caminho certo. Aprendemos que o fator globalização é imprescindível.”

     O professor Ardigò Martino e a Rádio Web Saúde UFRGS preparam vídeos com alguns dos tópicos apresentados ao longo das duas semanas de aula:




 Escrito por Mariana Martins.